Ao assinalar o 37º aniversário da empresa, Francisco Lemos Maria
adiantou que dez dos quinze blocos, todos situados em terra, ficam na
bacia do rio Cuanza e os restantes na bacia do rio Congo.
Na mesma ocasião, Lemos Maria disse que a produção petrolífera de
Angola cresceu, em 2012, à taxa de 4,5%, cifra que elevou a produção
interna a 75 mil barris/dia, embora a empresa tivesse antecipado um
aumento de pelo menos 13,3%, o que representaria um adicional de 188 mil
barris por dia.
Angola registou, em 2012, uma produção média de 1,7 milhões de barris por dia.
Por seu turno, o administrador executivo da Sonangol, Baptista Sumbe,
disse que a fábrica de processamento de gás natural do projecto Angola
LNG, no município do Soyo, província do Zaire, enfrenta alguns
constrangimentos de ordem técnica.
Reconhecendo que o projecto está atrasado, Sumbe disse ainda que em
consequência dos constrangimentos, cujos contornos não referiu, estão em
curso obras na fábrica, que deverão ficar concluídas dentro de quatro a
cinco semanas.
O administrador da Sonangol assegurou que tão logo terminem as obras
deverá ser comunicado a data da realização do primeiro carregamento de
gás natural liquefeito.
São accionistas do projecto Angola LNG, que tem potencial para
processar mil milhões de pés cúbicos de gás por dia a ser comercializado
nos mercados interno e externo, a Sonangol Gás Natural Limitada
(22,8%), Cabinda Gulf Oil Company Limited (36,4%), BP Exploration
(Angola) Limited (13,6%), ENI Angola Production B.V. (13,6%) e Total LNG
Angola Ltd (13,6%). (macauhub)
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